Como Luiza foi parar no Canadá (relatos da vida em agência).

18:35

Atendimento ao telefone:

– O cliente mandou um job pra um vídeo de lançamento do empreendimento. Vou precisar da ajuda de vocês pra reunir algumas informações pro pessoal da criação.

Planejamento (esfregando o rosto):

– Ok, qual o público?

Atendimento (com pressa):

– Olha, o cliente ainda não definiu muito bem, mas disse que é classe AB, mas também é acessível pra classe C que vem crescendo muito e quer um plus a mais: que o vídeo seja inspiracional pra classe D e E, pra reforçar a marca frente a esse público. A estratégia é boa né? Eu e a Marketing de lá fizemos MBA juntas.

Planejamento (cansado demais pra discutir):

– Putz. OK. Qual a verba?

– Não sei.

– A localização do empreendimento?

– Não sei.

– Os diferenciais do empreendimento?

– Não sei.

– Quando ele vai ser entregue?

– Não sei.

18:40

Planejamento (arranhando as paredes):

– Será que rola de ligar pra ele e perguntar então? Senão vai ficar foda definir alguma coisa.

Atendimento (já meio nervosa):

– Olha, não dá porque toda quarta esse horário ele joga tênis com o dono da agência e já saiu. E eu também tenho peeling facial marcado pra daqui 5 minutos, não posso ficar aqui. Olha, faz o seguinte: pensa num direcionamento ousado, mas tradicional… com uma pegada criativa, porém sem fugir muito dos padrões do mercado imobiliário. Ele gosta de humor, mas tem que passar a seriedade da compra de um apartamento. Ah, e também tem que ser requintado, mas numa linguagem acessível ao grande público. Enfim, o de sempre.

Planejamento (sentido uma dor fulminante no braço esquerdo):

– Tá, tá! Qual o prazo?

– Vou pedir pra criação me mandar até sete horas, porque o cliente viaja amanhã cedinho e quer ver antes. Vou enviar pro iPad dele do meu iPhone.

[…]

18:46

Criação ao telefone (Highway to Hell tocando alto ao fundo):

– Cara, o atendimento me mandou um email aqui, cheio de erro de português, pedindo pra fritar um roteiro de VT aqui, tem algum direcionamento aí que possa nos ajudar?

Planejamento (twitando indiretas enquanto fala ao telefone):

– Opa. Bom, a única coisa que deu pra pesquisar durante esse tempo é que a Classe AB tá investindo muito em lazer, curtir a vida… tipo viagens ao exterior, sabe? E dá muito valor à família. Lembra que o roteiro tem que ser ousado, mas tradicional… com uma pegada criativa, porém sem fugir muito dos padrões do mercado imobiliário. Ele gosta de humor, mas tem que passar a seriedade da compra de um apartamento. Ah, e também tem que ser requintado, mas numa linguagem acessível ao grande público. Enfim, o de sempre.

Criação (rindo por dentro):

– Belê. Em dois minutos mando pra ela aqui.

[…]

18:50

Email da criação no iPhone:

Ei! Segue o roteiro. Usamos uma super tendência que é que a classe Classe AB tá investindo muito em lazer, curtir a vida… tipo viagens ao exterior, sabe? E dá muito valor à família.

Beijão.

PS: que horas você sai do peeling? Minha banda vai tocar hoje naquele barzinho meio rock, meio cult super hypado, vai comigo?

[…]

19:00

Atendimento twitta:

Gente, alguém sabe como dá ctrl c crtl v no iPhone?

[…]

19:15

Boa noite, segue o roteiro com a defeza da criação:

Usamos uma super tendência que é que a classe Classe AB tá investindo muito em lazer, curtir a vida… tipo viagens ao exterior, sabe? E dá muito valor à família.

aguardo retorno.

Atensiosamente,

atendimento.

[…]

19:50

Atendimento ao telefone:

– Ei. O cliente falou que vai chegar em casa, tomar um banho, jantar, ver um filme, aí vai dar uma olhada no roteiro e perguntar pra esposa se ela gosta, fica aguardando aí que pode ter alguma alteração.

Criação (mastigando uma batata fria do McDonald`s):

– Putaqueopariu! É sempre a mesma merda! Manda esse vampiro ser rápido!

[…]

01:05

Email do atendimento:

Encaminhei pra você o retorno do cliente. Ele adorou tudo, só pediu pra mudar a trilha, a direção de arte e o texto. A produtora é aquela do sobrinho dele, então não pode ser um negócio muito difícil de entender.

[…]

09:00

Atendimento ao telefone (desesperada):

Então, ele gostou dessa décima oitava versão, vai ser ela! Vou mandar produzir que a fita tem que estar na globo meio dia!

[…]

11:48

Atendimento ao telefone (histérica):

PELAMORDEDEUS TAMO FUDIDO! O CLIENTE DIZ QUE MOSTROU A FITA PRO CELIDSON, TÉCNICO DE SEGURAÇA DA EMPRESA, E ELE ACHA QUE TEM QUE FICAR MAIS EXPLÍCITO ESSE NEGÓCIO DA VIAGEM AO EXTERIOR!!! MUDA AÍ E INSERE NO ROTEIRO RÁPIDO QUE O CARA DA GLOBO JÁ TÁ FUNGANDO NO MEU CANGOTE E SE EU NÃO GANHAR CONVITE PRA FESTA DELES ESSE ANO A CULPA É SUA!

Criação (resignado):

– Ok.

[…]

11:49

Atendimento ao telefone:

– Já mudou?

Criação (puto):

– Tô mudando. Tô pensando em um jeito de encaixar no roteiro aqui.

[…]

11:50

Atendimento ao telefone:

– Já mudou?

Criação (puto):

– Tô mudando.

[…]

11:51

Atendimento ao telefone:

– Já mudou?

Criação (puto):

– Já vai porra!

[…]

11:52

Atendimento ao telefone (ensandecido):

– Já mudou?

Criação (puto):

– TÔ MUDANDO CARALHO!

Atendimento chora.

[…]

11:55

Atendimento (por email, que é pra não desgastar):

O cliente não gostou. A mulher dele pediu pra, ao invés disso, colocar uma referência à filha deles, que tá fazendo intercâmbio. Ela mesmo já escreveu por cima e mandou pra produtora. Eles vão enviar a fita pra Globo por lá mesmo.

[…]

18:00

O comercial entra no ar no intervalo da novela.

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Steve Jobs – um post para figurar em todas categorias do blog

Sobre a vida
“Eu trocaria toda a minha tecnologia por uma tarde com Sócrates” –Newsweek, 2001

“Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa. Ir para a cama à noite dizendo que fizemos algo maravilhoso, isso importa para mim”–The Wall Street Journal, 1993

“Você quer passar o resto de sua vida vendendo água com açúcar ou quer ter a chance de mudar o mundo?”– em entrevista a John Sculley para o livro “Odyssey: Pepsi to Apple

“Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores.Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Você não pode conectar os pontos olhando para a frente; você só pode conectar os pontos olhando para trás. Assim, você precisa acreditar que os pontos irão se conectar de alguma maneira no futuro.Você precisa acreditar em alguma coisa – na sua coragem, no seu destino, na sua vida, no karma, em qualquer coisa. Este pensamento nunca me deixou na mão, e fez toda a diferença na minha vida.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Lembrar que eu estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que eu encontrei para me ajudar a fazer grandes escolhas na vida. Por que quase tudo – todas as expectativas externas, todo o orgulho, todo o medo de se envergonhar ou de errar – isto tudo cai diante da face da morte, restando apenas o que realmente é importante. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira para eu saber evitar em pensar que tenho algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração.” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Isto foi o mais perto que cheguei da morte e espero que seja o mais perto que eu chegue nas próximas décadas. Tendo passado por isso, posso dizer agora com mais certeza do que quando a morte era apenas um conceito intelectual: nnguém quer morrer. Até mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para ir para lá. Ainda, a morte é um destino que todos nós compartilhamos. Ninguém conseguiu escapar dela. E assim é como deve ser porque a morte é talvez a melhor invenção da vida. É o agente que faz a vida mudar. É eliminar o velho para dar espaço para o novo. Neste momento, o novo são vocês, mas algum dia não tão longe, vocês gradualmente serão o velho e darão espaço para o novo. Desculpa eu ser tão dramático, mas é a verdade” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

“Seu tempo é limitado. Por isso, não perca tempo em viver a vida de outra pessoa. Não se prenda pelo dogma, que nada mais é do que viver pelos resultados das ideias de outras pessoas” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

Tenha vontade, tenha juventude. Eu sempre desejei isso para mim. E agora, que vocês se formam para começar algo novo, eu desejo isso para vocês” – discurso durante formatura em Stanford, 2005

Sobre tecnologia
“Eu acho que [a tecnologia] fez o mundo ficar mais próximo e continuará fazendo isso. Existem desvantagens para tudo e consequências inevitáveis para tudo. A peça mais corrosiva da tecnologia que eu já vi se chama televisão, mas novamente, a televisão, no seu melhor, é magnífica.” – Revista Rolling Stone, dezembro de 2003

“Nascemos, vivemos por um momento breve e morremos. Tem sido assim há muito tempo. A tecnologia não está mudando muito este cenário” – Revista Wired, fevereiro de 1996

“Se você é um carpinteiro e está fazendo um belo armário de gavetas, você não vai usar um pedaço de compensado na parte de trás porque as pessoas não o enxergarão, pois ele estará virado para a parede. Você sabe que está lá e, então, usará um pedaço de madeira bonito ali. Para você dormir bem à noite, a qualidade deve ser levada até o fim”— Revista Playboy, 1987

“O único problema da Microsoft é que eles não têm estilo. Eles não têm estilo nenhum. E não falo isso nas pequenas coisas, falo em tudo, no sentido de que eles não pensam em ideias originais e de que eles não levam cultura para os seus produtos – Documentário ‘Triumph of the Nerds’, 1996

Sobre o futuro
“Eu sempre estarei ligado à Apple. Espero que durante toda a minha vida o meu fio se cruze com o fio da Apple, como uma tapeçaria. Posso ficar afastado por algum tempo, mas eu sempre vou voltar.” – Revista Playboy dos Estados Unidos, fevereiro de 1985

“A principal razão para a maioria das pessoas comprarem um computador para suas casas será para se conectar a uma rede nacional de comunicações. Estamos apenas nos primeiros estágios do que será uma grande revolução para a maioria das pessoas – tão revolucionária quanto o telefone.” – Revista Playboy (edição americana), fevereiro de 1985

“A indústria do computador desktop está morta. A inovação virtualmente acabou. A Microsoft domina cada uma destas inovações. Isso acabou. A Apple perdeu. O mercado do PC desktop entrou em uma fase negra e ficará nela pelos próximos 10 anos ou até o final desta década” – Revista Wired, fevereiro de 1996

“Se eu tivesse largado esta única disciplina na faculdade [caligrafia], o Mac não teria diversas fontes e espaços proporcionais entre elas. E já que o Windows copiou o Mac, seria provável que nenhum outro computador tivesse a mesma coisa”. – discurso durante formatura em Stanford, 2005

Sobre a Apple
“Nunca tivemos vergonha de roubar grandes ideias” – Documentário ‘Triumph of the Nerds’, 1996

“Se eu estivesse liderando a Apple, eu apostaria tudo pelo Macintosh e depois me ocuparia com um próximo grande lançamento. A guerra do PC acabou, a Microsoft venceu há muito tempo” – Revista Fortune, 1996

“Estes produtos são um lixo. Não há mais sexo neles” – BusinessWeek, 1997

“Ninguém tentou nos engolir desde que eu estou aqui. Acho que eles têm medo de qual seria o nosso sabor” – reunião com acionistas, 1998

“Cara, a gente patenteou ele” (apresentando o iPhone) – Macworld, 2007

“Fizemos os botões na tela ficarem tão bons que você vai querer clicar neles” [sobre o Mac OS X] – Revista Fortune, janeiro de 2000

“Entrará para a história como uma grande mudança na indústria musical. Isso é histórico. Eu não posso subestimar isso” [sobre a loja virtual iTunes Music Store] – Revista Fortune, maio de 2003

“A cura para a Apple não está no corte de preços. A cura para a Apple está em inovar o meio de sair deste problema” – Apple Confidential: The Real Story of Apple Computer, 1999

“Eu não percebi isso na época, mas ter sido demitido da Apple foi a melhor coisa que aconteceu comigo. (…) Foi um remédio com gosto horrível, mas acho que o paciente precisava dele”. – discurso durante entrega de diploma de Stanford, 2005

Consumidores deduram Pôneis Malditos ao Conar

As queixas de cerca de 30 consumidores contra o comercial “Pôneis malditos”, criado pela Lew´Lara / TBWA para a Nissan, foram o suficiente para que o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abrisse um processo para julgar o caso, um relator entre os 200 membros do conselho de ética para avaliar o mérito das reclamações.

Segundo informações do Conar, todos os consumidores manifestaram ao Conar insatisfação com a associação do termo “maldito” a pôneis, um “símbolo do universo infantil”, considerada por eles como “desrespeitosa”. A questão estará na pauta da reunião do Conar marcada para o dia 1º de setembro, mas o relator, cuja a identidade é revelada apenas aos executivos do anunciante, tem o poder de solicitar a suspensão da veiculação a qualquer momento caso entenda que exista de fato alguma violação ao Código de Autorregulamentação Publicitária.

O comercial, que começou a ser veiculado no último final de semana, mostra um motorista irritado com sua caminhonete atolada num lamaçal. Ao praguejar, ele culpa a falta de potência do motor movido a “pôneis” em vez de cavalos: “Malditos pôneis!”. É a deixa para a Nissan apresentar seu modelo Frontier, destacando os 172 cavalos de potência de seu motor. A Nissan é reincidente no Conar, já tendo tido comerciais suspensos por conta de queixas de marcas concorrentes, como no case do rap “Ouro de Tolo”, alvo inclusive de um processo na Justiça movido pela Ford. Ser julgada por queixas de consumidores, no entanto, é uma novidade para a marca.

Nissan cria pôneis malditos

Comercial de Nissan, criado pela Lew’Lara\TBWA para a picape Frontier, compara a  força da picape Nissan à da concorrência por meio do questionamento: “Você quer uma picape que tenha cavalos ou pôneis?“.

Além do filme veiculado em TV aberta e fechada, há uma versão especial para internet, com um extra, a “Maldição do Pônei”, vídeo que “deve ser encaminhado imediatamente para 10 pessoas ou a maldição pegará em você.” A maldição em questão é ficar eternamente com a música do Pônei Maldito na cabeça.

Por meio dessa ação, o internauta será encaminhado para o aplicativo de Facebook “Maldição do Pônei”, que apresentará um filme introdutório no qual o pônei explica como é possível livrar-se da maldição. O usuário poderá gravar sua própria maldição e enviar aos seus amigos um vídeo personalizado com sua voz distorcida ou compartilhar uma das maldições pré-definidas.

Ao enviar para seus amigos, os amaldiçoados receberão um post por dia em seu mural, durante cinco dias, até que acessem o aplicativo, compartilhem e livrem-se da maldição.

Página no Facebook: http://www.facebook.com/nissanbrasil?sk=app_177444568987500

via CCSP

Fiat 35 anos

Comercial “Movidos“, criado pela Agência Fiat (que reúne profissionais das agências Leo Burnett Tailor Made e AgênciaClick Isobar) para a Fiat Automóveis, em comemoração dos 35 anos da montadora no Brasil.

O filme traz a assinatura “Fiat 35 anos. Movidos pela paixão. Movidos pelos brasileiros” e lança a pergunta: “A Fiat é movida por você. É cada um dos brasileiros que move a Fiat a ser líder de mercado há 9 anos. Por isso, nestes 35 anos, a gente quer saber: #oquetemove?.”

Ao longo da campanha, a Fiat vai incentivar o consumidor a contar passagens de suas vidas, ao responder à pergunta “#oquetemove?”.

via CCSP

O que é branding? What is Brand Anyway?

Muito bom este vídeo que narra em poucas palavras e belo visual o que é branding. Muitos confundem branding com desenvolvimento do design ou a criação de marcas, o branding vai além. Ele pode se iniciar no R.H. da empresa e se estender até o tipo de papel usado para imprimir o cartão de visitas. Ele abrange a propaganda, o design, o relacionamento com as pessoas, e principalmente, qual a promessa da marca, como ela pode se posicionar e desenvolver para ser admirada e, consequentemente, “consumida”. Assim, a persuasão não se faz apenas com intuito de vender algo, mas de comunicar todos os valores da marca e ressaltar seus compromissos com o “bem-estar” da sua rede de pessoas.

Este vídeo foi desenvolvido pelo estúdio Urban Influence e traduzido e legendado pela equipe do LOGOBR. Todos os créditos são do Urban Influence.

Apple é a marca mais criticada no Twitter

  • Por Rodrigo Martins

A Apple foi a marca que recebeu mais críticas negativas no Twitter em julho. No mês, a consultoria Brandwatch fez um levantamento dos tweets feitos com a hashtag #fail – usada na rede para apontar pessoas ou empresas que cometeram erros. O resultado? O nome da empresa apareceu 1.204 vezes.

O estudo também analisou a citação negativa de empresas em blogs. Também deu Apple.

O resultado não chega a ser surpreendente. No período, a empresa de Steve sofreu um revés por conta de problemas com iPhone 4, que apresentou problemas de sinal. A empresa, primeiramente, afirmou que o aparelho ficava mudo porque as pessoas o estavam manuseando de forma errada. Depois, anunciou que distribuiria capas gratuitamente para que o problema fosse sanado.

Além da Apple, a pesquisa da Brandwatch também mostra Facebook, Nokia, BBC, CNN, Firefox e BlackBerry entre os mais criticados pelos twitteiros e blogueiros.

fonte: link estadao